ri daquela que não sabe.
E outros em que aquela que não sabe
odeia aquela que sabe.
Nestes dias,
aquela que não sabe
se enxerga na saga de Quintana.
Se a menina que cresceu de repente se permitisse chorar,
num desabafo consentido aos que nada sabem do mundo,
lembraria que jamais deixará de ter oito anos
quando ninguém esperava que soubesse, e foi sábia.
Seus erros foram perdoados e aplaudidos.
Mas precisou fingir que sabia
e tornou-se prisioneira de tudo aquilo que não sabe.
num desabafo consentido aos que nada sabem do mundo,
lembraria que jamais deixará de ter oito anos
quando ninguém esperava que soubesse, e foi sábia.
Seus erros foram perdoados e aplaudidos.
Mas precisou fingir que sabia
e tornou-se prisioneira de tudo aquilo que não sabe.
Publicada em
10/07/2007
Nenhum comentário:
Postar um comentário